FISIOTERAPIA
Vender pacote antecipado melhora o caixa. Mas sem aviso automático de renovação, o paciente só descobre que "acabou" quando já parou de vir.
Vender pacotes de sessões (5, 10, 20) com desconto crescente — 5%, 10%, 15% — pagos à vista ou em poucas parcelas é prática comum entre fisioterapeutas autônomos: melhora o fluxo de caixa e reduz a inadimplência de quem paga sessão por sessão. O ponto de atrito aparece depois: alguém precisa avisar o paciente e a agenda quando o pacote está acabando, pra garantir a renovação a tempo. Existem dezenas de planilhas prontas de "controle de sessões" circulando gratuitamente — sinal de que o mercado tenta resolver isso sozinho, sem achar uma ferramenta boa.
As Resoluções COFFITO nº 414 e 415/2012 tornam obrigatório o registro em prontuário de toda atividade assistencial prestada, com guarda mínima de 5 anos após o último atendimento. Sem padronização entre sessões, o diagnóstico fisioterapêutico perde consistência — especialmente quando mais de um profissional atende o mesmo paciente ao longo do tratamento.
Com aviso automático quando o pacote está acabando — pra você (ou a recepção) agir antes de o paciente simplesmente não voltar.
Fisioterapeuta é formado pra tratar paciente, não pra gerir negócio — o app tira essa conta de cabeça.
Cumprindo os campos mínimos exigidos pelo COFFITO, com sigilo garantido por padrão — não depende de papel solto ou PDF por WhatsApp.
O software mais citado do setor (Vedius, 20 mil+ fisioterapeutas ativos segundo o próprio fornecedor) é robusto — mas dimensionado pra clínica de porte médio/grande. O consultório solo não precisa dessa plataforma inteira, precisa do recorte específico que resolve a dor dele. É a mesma lógica que já resolveu o financeiro da Clínica Dra. Thaís Oliveira.