TERAPIA OCUPACIONAL
O Brasil tem déficit de mais de 20 mil terapeutas ocupacionais e 32 milhões de idosos. Quando a demanda supera a oferta, o recurso mais escasso não é cliente — é tempo de atendimento.
Diferente de fisioterapia, personal trainer e advocacia — nichos hipersaturados, com muitos profissionais disputando pouco cliente — aqui a conta é oposta.
Num mercado onde o profissional tem mais paciente do que consegue atender, o argumento de venda não é preço nem captação de cliente — é dar conta da carga operacional sem perder tempo de atendimento, que é o recurso mais escasso que existe.
Duas frentes concentram a maior parte do trabalho com idoso: prevenção de quedas (ajuste de ambiente, barras de apoio, avaliação de calçado e marcha) e adaptação pra quadros como Alzheimer (organização de espaço e rotina). A avaliação começa com visita presencial — olhando iluminação, tapetes, organização de objetos — priorizando o que reduz risco imediato.
É um acompanhamento de médio/longo prazo, onde a evolução (ou piora) funcional e cognitiva do idoso precisa ficar comparável ao longo do tempo. Muitos terapeutas saem de clínica multidisciplinar pra montar consultório próprio já com carteira de pacientes — mas sem secretária, sem sistema, com pacientes que ficam anos em acompanhamento. Fica fácil perder o histórico.
Preenchível no celular, direto na visita — documenta o que já foi ajustado e o que ainda falta.
Sessão a sessão, visível de forma simples pra família acompanhar sem esperar reunião marcada.
Com sigilo garantido por padrão, guarda mínima de 5 anos — obrigação regulatória, não opcional.
Aqui o app não precisa ajudar a competir por cliente — precisa devolver tempo de atendimento que hoje se perde em tarefa administrativa. Mesma leitura de dado sensível/LGPD já validada no GeriCuida, o segundo caso da Agência Escuta.